PARA GANHAR, BASTA PARAR DE PERDER

A grande estratégia destes novos tempos que vivemos, de grandes mudanças, é, sem dúvida, assimilar e entender os benefícios destas mudanças, interagindo com os movimentos que elas causam.

Em tempos de muito lucro, normalmente as empresas não davam importância para quantas passagens aéreas de primeira classe estavam sendo gastas mas, hoje, essas mesmas empresas estão contando até os selos de cartas.

Essas mudanças possuem uma rapidez tão grande, que há pouco tempo atrás, cheque sem fundos era o máximo que um comerciante teria de prejuízo em sua venda, mas agora, além de cheque sem fundos, existe o cheque sem banco.

Em breve, a empresa que não andar de mãos dadas com as novas mudanças, caminhará num mercado solitário.

A política patriarcal ou bairrista de administração deu espaço para o empresário pensar globalmente, atuando de forma local, mas voltando-se integralmente ao aprendizado.

Nos dias atuais as empresas terão de revezar seus colaboradores em posições de liderança, pois somente exercendo influência sobre os demais será possível realizar suas metas.

Será também necessário levar em conta que é preciso gerar espaço para mais líderes com objetivos estimulantes, acreditando que colaboradores levados pelo ímpeto comunitário tornam-se realizadores.

Não se faz o plano de carreira de um colaborador nos dias de hoje apenas com seus longos anos de empresa, tampouco com uma escada de funções, mas com um crescente investimento na reputação por eles fazerem as coisas acontecerem, afinal de contas o crescimento na organização está regido pela influência e não mais pela autoridade.

Qualquer liderança empresarial atualmente não pode mais querer ver suas ordens obedecidas e cumpridas, mas sim seguidas, pois sem seguidores qualquer método tende ao fracasso.

Vender transformou-se em busca de parceiros mostrando que o ganha-perde cedeu espaço ao ganha-ganha.

Sobreviver hoje no mercado depende exclusivamente de adaptação às mudanças, senso de urgência em sua implantação e capacidade de reação à elas.

As barreiras estão caindo e o mundo empresarial está ficando sem fronteiras, não por atos políticos ou econômicos, mas porque a tecnologia está avançando mais rápido que a capacidade de decisão das pessoas.

Nessa navegação de ajustes constantes nas velas, a melhor maneira de chegar à terra firme não é lutar contra o vento ou resistir a ele.

Construir o futuro de qualquer negócio significa começar a trabalhar por este futuro imediatamente e o primeiro passo pode ser entender que: para ganhar, basta parar de perder.

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